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Mostrando postagens com o rótulo empatia

Combater a intolerância religiosa é defender a dignidade

  O respeito começa quando ouvimos e reconhecemos a diversidade de crenças. A intolerância religiosa é uma das formas mais antigas e persistentes de discriminação na história da humanidade. Ela se manifesta quando pessoas ou grupos são desrespeitados, hostilizados ou perseguidos por causa de suas crenças, práticas espirituais ou pela escolha de não seguir nenhuma religião. Em uma sociedade diversa como a nossa, onde diferentes crenças convivem diariamente, combater a intolerância religiosa não é apenas um dever legal, é um compromisso ético. Por que a intolerância religiosa deve ser combatida? A intolerância religiosa fere os direitos fundamentais, como a liberdade de crença, de expressão e de identidade. Quando alguém é atacado por sua fé, não está em jogo apenas uma opinião diferente, mas a negação do direito de existir como se é. Além disso, a intolerância gera violência simbólica e física, reforça estigmas, amplia divisões sociais e alimenta discursos de ódio. Ela imped...

Como conversar com homens que resistem a cuidar da saúde?

  O diálogo é o primeiro passo para o cuidado. Falar sobre saúde com os homens ainda é um desafio. Muitos resistem a consultas médicas, exames e até conversas sobre o próprio bem-estar. Essa resistência não surge do nada, ela é fruto de crenças culturais, medo e da ideia ultrapassada de que o homem deve ser sempre forte e inabalável. Mas é possível mudar essa realidade. O segredo está no diálogo empático e na escuta ativa, que acolhe, orienta e encoraja sem julgamento. Neste artigo, vamos mostrar como familiares, amigos, profissionais de saúde e até empresas podem ajudar homens a vencer essa barreira e adotar o autocuidado como parte natural da vida. Por que tantos homens evitam falar sobre saúde Grande parte dos homens foi educada para reprimir emoções e esconder vulnerabilidades. Essa postura se reflete em diversos aspectos da vida, inclusive na saúde. De acordo com o Ministério da Saúde, os homens vivem, em média, 7 anos a menos que as mulheres e têm menor frequência em ...

5 Mitos sobre transtornos mentais que ainda persistem, e precisam acabar

  Apesar do avanço nas discussões sobre saúde mental, muitos mitos ainda cercam os transtornos referentes à área. Essas ideias erradas não só dificultam o diagnóstico e o tratamento, como também alimentam o estigma, afastam as pessoas do acolhimento e reforçam o preconceito. Neste artigo, vamos esclarecer 5 mitos muito comuns sobre transtornos mentais, e porque é tão importante combatê-los.   1. “Transtorno mental é sinal de fraqueza” Esse é, talvez, o mito mais prejudicial de todos. Ter depressão, ansiedade ou qualquer outro transtorno  não é falta de força de vontade  ou sinal de fragilidade emocional. São condições clínicas, que envolvem fatores biológicos, genéticos, sociais e ambientais. Assim como ninguém escolhe ter diabetes ou hipertensão, ninguém escolhe ter um transtorno mental. E buscar ajuda é, na verdade, um ato de coragem.   2. “Pessoas com transtornos mentais são perigosas” A mídia sensacionalista muitas vezes reforça esse estereót...
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